Brocojó, pudim de gabinete, pães, bolos, doces e queijos, são algumas das opções tradicionais e tipicamente mineiras produzidas no local, que reserva aos seus hóspedes a oportunidade de se alimentar em um refeitório histórico


Há um pão que faz parte da história do Santuário do Caraça e que pode ser degustado até hoje no local. “Antigamente, nos momentos de festa no Colégio do Caraça, o Brocojó, pão feito de farinha de trigo, açúcar e outros itens, era assado com uma fava de feijão dentro, e então, usado para fazer um sorteio entre os oito alunos que dividiam cada ‘quadrado’ da mesa coletiva. O aluno que saía com a fava se tornava o ‘rei do quadrado’ e ganhava algumas vantagens com isso, como poder ser o primeiro a servir a refeição e até se sentar à mesa dos padres e professores”, conta Mário Mol.
Os turistas ainda podem se deliciar com outras variedades da gastronomia do Santuário do Caraça, como o Pão de Ora-pro-nobis e o queijo. “É muito comum as pessoas conhecerem o Ora-pro-nobis como complemento nas refeições do almoço. Mas, no Caraça temos há muitos anos o pão que exibe as folhas verdes rasgadas no meio da massa, com um sabor muito elogiado pelos turistas. Sem falar dos queijos da Fazenda do Engenho, que fazem parte do complexo do Caraça e da história do local. Para completar o cardápio, pão de queijo, com queijo do Caraça, bolos, quitandas, como os biscoitos de maracujá, café, polvilho e a rosquinha de nata e pães, como o de cacau com ganache de chocolate, castanha e nozes. Uma variedade tipicamente mineira para todos que vierem”, conclui.



